11 de mar. de 2012
1ª Etapa do Campeonato Pernambucano de Rugby
1 de mar. de 2011
Recife Rugby no Curi7iba Sevens
Parabéns Tubarões!
Classificação
1º Curitiba
2º Costão Norte
3º Joinville
4º Tackle Mídias
5º Recife
6º Engenharia Mackenzie
7º Goiânia
8º Costão Norte Junior
9º Urutau
Veja a matéria publicada no Diario de Pernambuco no dia 25/02
Recife Rugby disputa o Circuito Brasileiro neste fim de semana
Os Tubarões, como são conhecidos, serão os únicos do Nordeste na competição
Raitza Vieira - Diario de PernambucoA união é a aposta do Recife Rugby Club que disputa neste sábado e domingo a quarta e última etapa do Circuito Brasileiro de Rugby Seven Adulto Masculino, que será realizado em Curitiba, no estádio do campus do Paraná Esportes.
Os Tubarões, como são conhecidos, entrarão na disputa com o grupo desfalcado, sem dois de seus principais atletas, no entanto, segundo o treinador da equipe, Marcelo Blanco, o diferencial da equipe é a união.
“Iremos viajar com dez jogadores. Não estamos com muita sorte, por que tivemos dois dos nossos atletas lesionados. Mas, por conta do trabalho que foi feito, todos os nossos jogadores estão bem confiantes. Além disso, pela primeira vez, teremos um grupo tão homogêneo e unido. Todos são amigos um do outro. E isso, com certeza, será um diferencial e nos dá muita esperança de vencer”, afirmou.
O primeiro confronto do Recife Rugby será neste sábado , às 15h, contra os donos da casa, o UniBrasil/ Curitiba e, na sequência, às 17h, jogarão contra a Goytacaz.
“A expectativa é muito grande. A gente vem fazendo treinamentos intensivos e um trabalho físico bem forte. A estratégia será nos dedicar ao máximo nestes dois primeiros confrontos, que serão classificatórios, e assim conquistarmos a vaga para a fase decisiva”, afirmou Marcelo Blanco.
Serão 16 equipes participando da competição, e o Recife Rugby Club será a única do Nordeste.
Rúgbi de PE contrata agência de marketing esportivo
Da Máquina do Esporte, São Paulo - SP
A meta estabelecida pela Travassos é transformar o rúgbi no segundo esporte mais popular dos jovens de Pernambuco. Para isso, o Estado deve ter neste ano a primeira edição de um circuito da modalidade.
“A Travassos trabalhará para ampliar o conhecimento do mercado acerca desse produto, melhorar sua visibilidade e criar pontos de convergência em que os fãs possam assistir e praticar. O rúgbi é um desporto fascinante”, ponderou Sérgio Travassos, um dos sócios da agência.
Pernambuco tem cinco times de rúgbi atualmente. Além de desenvolver o rúgbi como esporte na região, a agência fará captação de aportes para essas equipes.
15 de fev. de 2011
Como foi o Verão Chesf 2011
Com a participação de três estados brasileiros (Alagoas, Paraíba e Pernambuco) nas categorias Juvenil Masculino, Feminino Adulto e Masculino Adulto, o rugby nas praias do Pina certamente o foi uma grande atração para o público local, composto essencialmente por comunidades de baixa renda. Além das já tradicionais equipes Recife (PE), Cães da Areia (AL) e Garous (PB), os meninos do Paulista (PE), Bastardos (PE), Casa Amarela (PE) e IFPE (PE) mostraram que são motivo de orgulho e o futuro do rugby na região. Pela primeira vez na história conseguiu-se reunir quatro equipes juvenis no estado de Pernambuco.
A seguir uma classificação oficial do evento organizado pelo Sr. Everaldo Ferreira:
Categoria - Masculino Juvenil
- Paulista (PE)
- Casa Amarela (PE)
- Bastardos (PE)
- IFPE (PE)
- UFPE e Recife Rugby - ambos UFPE partida demonstrativa que terminou empatada.
- Recife (PE)
- Cães da Areia (AL)
- Garous (PB)
Fonte: Rugby Mania
28 de jan. de 2011
Verão Chesf 2011

O BEACH RUGBY VERÃO CHESF 2011, acontecerá na praia do Pina, entre os dias 05 e 06 de fevereiro, às 16h.
As equipes confirmadas são:
- Recife (PE);
- Bastardos (PE);
- Paulista (PE);
- IFPE (PE);
- Potiguares (RN);
- Cães de Areia (AL);
- Garous (PB);
- Goiamuns (PB).
Contato: everaldokiko@hotmail.com
20 de jan. de 2011
Parabéns Recife Rugby Club
12 de jan. de 2011
Entrevista com Chelo no Rugby Mania
Por Karlla Davis
O rugby feminino na região Nordeste completou recentemente cinco anos de vida. Ainda é um número pequeno mas que carrega consigo uma carga de trabalho e dedicação de muitas meninas e treinadores ao longo destes anos. Para falar um pouco sobre o esporte de um modo geral trazemos hoje o Educador IRB Marcelo Blanco, ou Chelo como é conhecido na comunidade rugbística, um dos responsáveis pelo Recife Rugby e grande colaborador pelo desenvolvimento do rugby na região.
Chelo: Não vou falar toda a história, não é que seja grande, mas para não aborrecer os leitores, porém acho importante sim falar do meu começo pois foi o que mudou minha vida.
Aos 8 anos Carlos Stefani, procurando recrutar meninos para o clube a que ele pertencia chamado de San Patricio (em Buenos Aires na Argentina), pede permissão a meu pai para levar meu irmão e eu para conhecermos o esporte. Foi uma boa decisão de meu pai aceitar. A partir de então joguei três anos nesse clube e depois passei para o Curupayti onde permaneci até vir para o Brasil.
Em San Patricio dei os primeiros passos para saber o que era o rugby, os amigos, a união entre nós e sempre sem esquecer que estávamos ali para nos divertir. No Curupayti comecei a ver e entender mais sobre rugby especificamente, sem deixar de lado o que já tinha aprendido. Minha sorte foi que nos dois clubes que joguei sempre tive grandes pessoas como treinadores que se dedicaram ao rugby com o coração sem medir esforços. No primeiro clube como exemplo foram os 3 anos com Julio Iúdice um advogado louco mas apaixonado pelo rugby, e no Curupayti tenho duas grandes pessoas também para destacar, Ronnie Walker e Gualberto Wheeler, que se encarregaram de nos aperfeiçoar até que chegamos ao plantel superior do clube, sonho de todo jogador de rugby argentino.
Rugby Mania - Como você conseguiu apoiar o rugby feminino no Nordeste mesmo sabendo que na Argentina não é um esporte comum entre meninas?
Chelo - Só por insistência das jogadoras. De outra forma não teria aceitado isso nunca.
RM - Como você vê o rugby hoje no Nordeste após ter realizado cursos de Coach, Educator e arbitro Nível II?
Chelo - Minha visão não vai depender dos cursos feitos, mas sim da realidade e estou vendo que o rugby nordestino está crescendo muito. Meu medo não é que ele cresça muito, mas sim que cresça demasiadamente rápido, não dando tempo principalmente aos jogadores de absorver a filosofia e os valores que fazem o rugby ser um esporte destacado.
RM - Quais são os fatos que mais marcaram sua vida dentro do rugby?
Chelo - O rugby para mim sempre esteve cheio de fatos que foram marcando minha vida, mas como devo responder a pergunta poderia mencionar injustamente só dois. O campeonato de M16 de Buenos Aires em 1989 onde ganhamos um título juvenil depois de 50 anos do último que tinha conseguido o clube. E o outro fato foi a gira que fizemos a Europa em 1992 onde depois de levar bastante surra dos times anfitriões de 6 cidades diferentes da Inglaterra, País de Gales, Escócia e França, conseguimos ganhar os 6 jogos. Até no jornal Clarín aparecemos!.
RM- Quais as diferenças marcantes que você vê no rugby praticado na Argentina para o rugby praticado no Brasil e no Nordeste?
Chelo - A meu modo de ver, e falando de desenvolvimento, a diferença marcante é a idade em que os jogadores começam a jogar e a regularidade com que eles praticam. Na Argentina se começa a jogar a partir dos 6 anos no melhor dos casos e nessa idade você pode transmitir muita coisa aos meninos e eles vão incorporando tudo, não só das coisas técnicas pois nessa idade nem é rugby que se joga, mas sim em questão comportamentos e de habilidades. Lá muita pouca gente começa jogar em idade adulta, enquanto aqui no Brasil e no Nordeste esse número é grande.
Acredito que tudo isso faz com que o rugby que se vê na Argentina seja mais rápido, mais dinâmico e que os jogadores joguem com veemência. Mas agente está trabalhando muito para chegar lá.
RM - O que é mais difícil, ser árbitro ou ser técnico?
Chelo - Ser árbitro.
RM - Como você se sente ao ver o rugby feminino no Nordeste prestes a completar 5 anos de existência?
Chelo - Entusiasmado.
RM - Qual recado deixaria para crianças, adolescentes, adultos e idosos para que se interessem pelo rugby?
Chelo - Para as crianças lhes diria que se querem brincar com algo bem divertido, uma bola engraçada onde poderão fazer muitos amigos, o rugby os espera.
Para os adolescentes e adultos diria que se animem a conhecer um esporte cheio de valores que os acolherá e se sentirá parte de uma família.
Aos idosos lês diria que ainda tem desafios pela frente e que o rugby pode ser um deles, e também que o neto lhe agradecerá eternamente por telo acompanhado aos treinos de rugby enquanto ele mesmo colabora com os educadores para o crescimento do esporte !
Fonte: Rugby Mania
10 de jan. de 2011
Férias de Janeiro
7 de jan. de 2011
Recife Rugby na TV Clube
31 de dez. de 2010
Confraternização 2010
Foram entregues os tradicionais prêmios das confraternizações do RRC.
Prêmio Contador e Contadora de Histórias: Mais uma vez Artur vence, mas não foi o nosso Artur Smeagol e sim do Paulist. Do feminino vence Vanessa (abre a lata de sardinha, que lá vem...)
Reconhecimento pela dedicação no ano: Pajé e Renatinha :)
O Paulista Rugby Club também foi presenteado
E desejo um ótimo 2011 para o rugby!!!
Deixo aqui uma mensagem passada por Chelo na confraternização e que foi retirado de uma revista de rugby.
Construindo Valores
Vivemos reclamando aos jogadores. Pedimos, rogamos e ate demandamos que se comprometam que tenham “Compromisso” com o RUGBY, com seu clube e com os companheiros.
Mas o que com certeza, nós, os treinadores, educadores e os dirigentes não sabemos é que o compromisso não aparece de forma mágica. Não aparece no rugby de forma repentina, e sim que devemos gerá-lo com nosso exemplo, nossos gestos, mas fundamentalmente incorporando nos jogadores outro valor importante, que é quem lhes vai gerar o COMPROMISSO no rugby, com seu time e com a vida.
Trata-se de algo que vai ser criado como conseqüência de termos incorporado previamente em vocês outros valores que são em definitivos os que virão a adquirir - possivelmente para sempre- esse “COMPROMISSO” que hoje tem tanta falta. É tão simples como certo! Mas o COMPROMISSO nasce quando previamente conseguimos, graças ao Rugby ou não, que se façam AMIGOS.
Trata-se de fomentar a estima, o apreço, a fraternidade e a amizade entre todos os integrantes do time. O tempo que dedicamos dentro do rugby para conseguir que os jogadores sejam verdadeiros amigos, faz com que cada um deles seja mais importante um para o outro.
É a raiz de essa amizade e do que ela significa para os jogadores, que se adquirem os “laços” e vínculos que serão para toda a vida. Então é essa AMIZADE que finalmente os levará a estar juntos e a respeitar qualquer pauta que os treinadores, o time, e o grupo de amigos gerem em suas atividades. Esses vínculos gerados pelos próprios jogadores serão indestrutíveis e permitirá o nascimento do tão ansiado e demandado COMPROMISSO.
O rugby é o meio e não um fim em si mesmo. Um meio para educar, formar e para fazer melhores pessoas a todos àqueles que chegam para jogar nosso esporte. Temos que saber que não só devemos ensinar técnicas, destrezas, tácticas e estratégias, porque nenhum desses componentes servirá para os jogadores se não conseguirmos que entre eles sejam amigos.
Se conseguirmos que com qualquer outra atividade paralela, que não seja o próprio rugby, vocês sejam amigos, saberemos que teremos dado um grande passo para que possa nascer o COMPROMISSO.
Dificilmente alguém possa pensar em capacitação e aprendizado de um jogador de rugby sem que isso leve a pensar em UNIDADE DE JOGO, na entrega individual sem pedir nada em troca, na pessoa integra e das pequenas sociedades, em que o conjunto rende muito mais que a somatória das partes.
Após ter tratado, trabalhado e monitorado a amizade dos jogadores, não teremos duvidas, eles vão responder em seus atos e decisões coletivamente de acordo com o que vamos incorporando, e vão respeitar naturalmente este pacto ou COMPROMISSO que surge da amizade. É um trabalho feito pelos próprios jogadores, porque assim a construiriam e iriam respeitá-la, defender-la e manter-la.
Resumindo: trabalhar com a amizade, o companheirismo e o fomento da lealdade vão produzir uma mudança na atitude que hoje criticamos tanto nos jogadores. Lembrem e saibam que tudo o que nós incorporamos desde que nascemos através do AFETO jamais se esquece. E no Rugby sempre teremos a obrigação de devolver tanto quanto recebemos, sem duvidar de que o melhor que tem nos dado este esporte são as AMIZADES PARA TODA A VIDA !!!!
15 de dez. de 2010
Equipe pernambucana em busca do título do Brasileiro Universitário de Sevens
Karlla Davis
14 de dez. de 2010
Recife Rugby Feminino no Globo Esporte

Meninas fazem pedágio e ‘dormem com inimigas’ para jogar rúgbi em SP
Atletas do Recife bancam própria viagem e se hospedam na casa de adversárias para disputa da segunda etapa do Brasileiro da modalidade
Por Julyana Travaglia
São Paulo
Um voo do Recife para São Paulo dura, em média, três horas. Mas para as meninas do Recife Rúgbi Club, a saga para conseguir pagar esta viagem começou muito antes. E durou meses. Sem recursos para conseguirem participar da segunda etapa do Brasileiro de Rúgbi Sevens (modalidade com sete atletas em cada equipe e dois tempos de sete minutos), as atletas de Pernambuco não pouparam esforços para bancarem do próprio bolso passagens e alimentação na capital paulista.
Fizemos pedágio nos semáforos, mostrando o que era o rúgbi e pedindo ajuda. Também vendemos rifas e adesivos na praia. Como não podemos gastar com hotéis, dormimos na casa de meninas que conhecemos e são nossas adversárias no campeonato. Aí nunca falamos sobre rúgbi para não saberem nossas estratégias – contou Renata Barros de Sá, aos risos com as companheiras de time.
Incluído no programa olímpico dos Jogos Rio 2016, o rúgbi ainda é um esporte amador no Brasil. Cerca de 10 mil pessoas praticam a modalidade no país e 5 mil atletas são federados. Pela dificuldade em arrumar patrocínios, não é raro encontrar um atleta que leva uma vida dupla, dedicando o tempo a um trabalho qualquer e ao rúgbi.
- Eu já fiz futsal e vôlei. Gostei do rúgbi depois de ver meu cunhado jogando e resolvi jogar também. Mas não vivo disso. Sou operadora de telemarketing – disse Gica Souza, outra atleta da equipe pernambucana.
Com os pedágios e rifas, o time do Recife arrecadou R$ 3 mil para a viagem até São Paulo. Além disso, cada atleta paga R$ 20 de mensalidade para ajudar a equipe. Quando retornarem para sua cidade, elas voltarão para o batente. Mas não aquele que tem trombadas ou arremessos de bola de formato oval.
- Vamos ter de trabalhar muito quando voltarmos. Parcelamos a viagem em várias vezes – afirmou Carmen Freire, atleta do Maceió que integrou a equipe pernambucana na disputa.
XVIII SPAC Lions Rugby Sevens - Agradecimentos e Classificação Geral

Prezados (as) Amigos (as),
Queremos agradecer nossos parceiros e patrocinadores que acreditam no nosso evento e no rugby e nos ajudaram a tornar tudo isso possível: TOPPER, BRADESCO, HEINEKEN, TRIP, CHILLIBEANS, RED BULL,CREMER, VERSÁTIL, e LOJA DE RUGBY.
Buscamos a cada ano aprimorar o SPAC LIONS RUGBY SEVENS, portanto caso haja alguma crítica, sugestão ou elogio, solicitamos que nos envie uma mensagem para fabio@spacrugby.com.br
Um abraço a até o próximo XIX SPAC LIONS RUGBY SEVENs 2011.
7 de dez. de 2010
Rumo ao SPAC
Convocadas
Natasha Anjos
Liliane Fernanda
Amanda Carolina
Giselle Lyra
Giliane Silva
Isabela Alcântara
Leticia Moura
Renata Barros
Nubia Minhaqui
Sem apoio:
Sem patrocínio, a equipe feminina vem trabalhando desde setembro em busca de arrecadar fundos para custear as despesas da viagem. Foram inúmeros sábados percorridos pelas ruas do Recife fazendo pedágio e na praia de Boa Viagem vendendo adesivos. A equipe conseguiu arrecadar 60% o valor das despesas e ainda precisará trabalhar na volta para completar os custos.
Como ajudar
Você pode ajudar a equipe feminina do Recife Rugby Club. Basta entrar em contato através do telefone: (81)8683-1231 ou reciferugbyclub@gmail.com
Para conhecer as jogadoras entre no site criado pela equipe:
22 de nov. de 2010
Recife Rugby Club é destaque no site do SPAC
O XVIII SPAC LIONS RUGBY SEVEN`S, que acontecerá nos dias 11 e 12 de dezembro, já encerrou as inscrições e há várias equipes na fila de espera, aguardando uma oportunidade para poder vir jogar o torneio que mais reúne equipes num único evento no Brasil.
Entre as equipes femininas inscritas, o RECIFE RUGBY, é uma delas, porém a distância e o custo ainda são grande obstáculo a serem vencidos. Mas a equipe que demostrou muita garra no LIONS de 2009, ficando na 6a posição, à frente de tradicionais equipes brasileiras como o Desterro, demonstra mais uma vez muita determinação para chegarem onde desejam.
Leia mais aqui http://www.spacrugby.com.br/
Muito obrigada a equipe do SPAC!!!
Recife Rugby Club Feminino
Campeões NE 7's
Agradecemos a presença de todas as equipes que estiveram presentes em mais um NE 7's.
As fotos do fotógrafo Otávio Portugal podem ser conferidas aqui
12 de nov. de 2010
Nordeste Sevens - Informações
Horário: sábado a partir das 14:00 e domingo a partir das 08:00.
Como chegar ao Jefferson de Freitas:
Visualizar Untitled em um mapa maior
8 de nov. de 2010
Ajude o Recife Rugby Feminino
Ainda não temos dinheiro suficiente para a nossa viagem, mas a vontade de participar é muito grande e mesmo com todas as dificuldades não perdemos a esperança!
www.queremosjogar.rugby.esp.br
Obrigada!!!
25 de out. de 2010
Mais do RRC Feminino
Meninas do rugby chamam atenção para o esporte
“As pessoas têm um pouco de preconceito com o rugby por achar que é um esporte violento. Mas não é bem assim. É um esporte muito completo, onde cada uma tem seu espaço dentro do campo, cada uma tem que ajudar muito a outra”, explica Renata Barros. A atleta lembra também que o fato de jogarem a modalidade Rugby Seven, com sete jogadoras em cada time em vez de 15, ajuda bastante a fazer do jogo mais tranqüilo, sem tanto bate-bate.
Muitas atletas participantes nunca tinham feito nenhum esporte, enquanto outras tantas já treinavam as mais diversas atividades, de handebol a natação, de futebol a balé. “Já joguei quase tudo e achei o rugby o esporte mais completo. Trabalha velocidade, força, companheirismo”, defende Giliane Souza, a Gica, um dos destaques da equipe pernambucana. Gica foi convidada pelo treinador da seleção brasileira de rugby para fazer um treino com o time nacional, convite que levanta a auto-estima da equipe, considerada uma das melhores do Norte-Nordeste. “Com uma de nós na seleção brasileira quem sabe não conseguimos um patrocínio”, destaca Gica.
A questão do patrocínio, inclusive, é uma das maiores preocupações da equipe, que agora faz rifas para arrecadar o dinheiro das passagens para São Paulo, onde vão disputar o campeonato nacional. “Como o esporte não tem muita visibilidade, é realmente difícil alguma empresa querer patrocinar as equipes de rugby aqui. Mas acredito que as Olimpíadas vão ajudar bastante na divulgação do rugby, contando inclusive com a ajuda do próprio governo”, acredita o treinador Ronnie Gilchrist. “Mas é importante lembrar que mais do que dinheiro e bolsas, é importante investir em estrutura”, pondera.
Sem sede, as equipes feminina e masculina do RRC fazem o treino do domingo no campo do Clube Universitário da UFPE. Com gramado muito duro, o espaço já foi motivo para diversas lesões dos atletas. Desde o final do ano passado, entretanto, os treinos das terças e quintas-feiras acontecem no campo do antigo Cefet, considerado pelo treinador como o melhor campo na Região Metropolitana do Recife. A qualidade do campo já está sendo sentida, não sequer uma atleta parada devido a lesão.
Ronnie, há seis meses como treinador da equipe feminina, é o terceiro gringo que passa pelo Recife Rugby Clube. Antes dele o italiano Mirco Folli e o argentino Marcelo Blanco. Para o inglês, o desafio é popularizar o esporte, levando inclusive para escolas. “Como o rugby tem uma posição específica para cada tipo físico, é um esporte que levanta muito a auto-estima da criança. O mais gordinho é importante, o mais alto também, o baixinho também tem seu papel. Não tem estrelismo e ajuda a criança a ganhar confiança”, conclui.
*os treinos no CEFET acontecem na quarta e sexta e não terça e quinta como diz a matéria.
Kel

Essa é uma pergunta bastante intrigante uma vez que estamos falando de uma nação onde o exercício esportivo vem em primeiro lugar em qualquer estação do ano.
Bem, ao meu ver, o rugby parece ser um esporte de "estrangeiro" por aqui, assim como é o Karate, o ping pong e tantos outros que não "nasceram" aqui. Entretanto, de acordo com USA rugby (responsável pelo desenvolvimento do rugby nos EUA) :
- O esporte vem crescendo 15% anualmente, principalmente entre os jovens;
- O número de times escolares registrados no USA rugby passa de 500.
Em fevereiro estarei indo a Las Vegas ver o Nacional de 7s, o maior campeonato de rugby dos EUA. As más linguas dizem que o melhor do rugby americano será visto lá. Mal posso esperar.




