16 de mar. de 2011
Matéria do Curitiba Sevens
11 de mar. de 2011
1 de mar. de 2011
Recife Rugby no Curi7iba Sevens
Parabéns Tubarões!
Classificação
1º Curitiba
2º Costão Norte
3º Joinville
4º Tackle Mídias
5º Recife
6º Engenharia Mackenzie
7º Goiânia
8º Costão Norte Junior
9º Urutau
Veja a matéria publicada no Diario de Pernambuco no dia 25/02
Recife Rugby disputa o Circuito Brasileiro neste fim de semana
Os Tubarões, como são conhecidos, serão os únicos do Nordeste na competição
Raitza Vieira - Diario de PernambucoA união é a aposta do Recife Rugby Club que disputa neste sábado e domingo a quarta e última etapa do Circuito Brasileiro de Rugby Seven Adulto Masculino, que será realizado em Curitiba, no estádio do campus do Paraná Esportes.
Os Tubarões, como são conhecidos, entrarão na disputa com o grupo desfalcado, sem dois de seus principais atletas, no entanto, segundo o treinador da equipe, Marcelo Blanco, o diferencial da equipe é a união.
“Iremos viajar com dez jogadores. Não estamos com muita sorte, por que tivemos dois dos nossos atletas lesionados. Mas, por conta do trabalho que foi feito, todos os nossos jogadores estão bem confiantes. Além disso, pela primeira vez, teremos um grupo tão homogêneo e unido. Todos são amigos um do outro. E isso, com certeza, será um diferencial e nos dá muita esperança de vencer”, afirmou.
O primeiro confronto do Recife Rugby será neste sábado , às 15h, contra os donos da casa, o UniBrasil/ Curitiba e, na sequência, às 17h, jogarão contra a Goytacaz.
“A expectativa é muito grande. A gente vem fazendo treinamentos intensivos e um trabalho físico bem forte. A estratégia será nos dedicar ao máximo nestes dois primeiros confrontos, que serão classificatórios, e assim conquistarmos a vaga para a fase decisiva”, afirmou Marcelo Blanco.
Serão 16 equipes participando da competição, e o Recife Rugby Club será a única do Nordeste.
Rúgbi de PE contrata agência de marketing esportivo
Da Máquina do Esporte, São Paulo - SP
A meta estabelecida pela Travassos é transformar o rúgbi no segundo esporte mais popular dos jovens de Pernambuco. Para isso, o Estado deve ter neste ano a primeira edição de um circuito da modalidade.
“A Travassos trabalhará para ampliar o conhecimento do mercado acerca desse produto, melhorar sua visibilidade e criar pontos de convergência em que os fãs possam assistir e praticar. O rúgbi é um desporto fascinante”, ponderou Sérgio Travassos, um dos sócios da agência.
Pernambuco tem cinco times de rúgbi atualmente. Além de desenvolver o rúgbi como esporte na região, a agência fará captação de aportes para essas equipes.
15 de fev. de 2011
Como foi o Verão Chesf 2011
Com a participação de três estados brasileiros (Alagoas, Paraíba e Pernambuco) nas categorias Juvenil Masculino, Feminino Adulto e Masculino Adulto, o rugby nas praias do Pina certamente o foi uma grande atração para o público local, composto essencialmente por comunidades de baixa renda. Além das já tradicionais equipes Recife (PE), Cães da Areia (AL) e Garous (PB), os meninos do Paulista (PE), Bastardos (PE), Casa Amarela (PE) e IFPE (PE) mostraram que são motivo de orgulho e o futuro do rugby na região. Pela primeira vez na história conseguiu-se reunir quatro equipes juvenis no estado de Pernambuco.
A seguir uma classificação oficial do evento organizado pelo Sr. Everaldo Ferreira:
Categoria - Masculino Juvenil
- Paulista (PE)
- Casa Amarela (PE)
- Bastardos (PE)
- IFPE (PE)
- UFPE e Recife Rugby - ambos UFPE partida demonstrativa que terminou empatada.
- Recife (PE)
- Cães da Areia (AL)
- Garous (PB)
Fonte: Rugby Mania
8 de fev. de 2011
Novas equipes em Pernambuco
Conheça um pouco a história das duas equipes:
Bastardos Rugby Clube
O Rugby é o esporte perfeito para nossa realidade porque se baseia numa ética única que se manteve com o passar do tempo. O Jogo não apenas é praticado de acordo as Leis, como também dentro do espírito das Leis. Através da disciplina, controle, respeito mútuo e camaradagem é forjado o senso de fair play, definindo o Rugby como o Jogo em si. Desde a pré-escola até á final da Copa do Mundo, o Rugby Union oferece uma experiência única e recompensadora para todos os envolvidos no Jogo. *
*IRB RUGBY READY
Começamos correndo num total de três amigos no campo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para manter a saúde, mas como no coração da gente uma vez jogador de rugby sempre jogador de rugby, o que queríamos mesmo era jogar rugby. Num certo dia o Kleto, um dos nossos amigos, convidou para nossa corrida 8 garotos de idade entre 15 e 18 anos. Não perdemos tempo e começamos logo a ensinar os princípios básicos do esporte e como não podia faltar entre eles estava o respeito e também seguida muito mais respeito respeito. No segundo treino tivemos em campo doze integrantes. Foi um momento especial pra todos nós, onde além de um treino proveitoso todos sairam muito empolgados. O resultado disso é que hoje contamos com quinze garotos treinando religiosamente onde o número de participantes e a vontade de voltar crescem a cada dia.
A meta é continuar com os treinos ampliando o número de participantes e a busca de ajuda na iniciativa privada. Pretendemos atingir um público em geral, mas a ênfase será sempre as comunidades carentes, mas não há um perfil de público ou zona de risco específicos.
Atualmente, o local de treino é o campo gramado cedido gratuitamente pela UFPE. Treinamos normalmente às segundas, quartas e sextas feiras entre as 20 e 22h. Hoje contamos com um patrocinador que ajuda na compra de materiais para treino e demais custos, o pessoal do www.meucarango.com tem se interessado no projeto e talvez as coisas melhorem, eles abraçaram a causa.
Foi assim que começamos e batizamos o time de Bastardos Rugby Clube, em homenagem ao filme Bastardos Inglórios, que era um grupo seleto e especial de soldados no filme. Esperamos e trabalhamos para nosso time tenham uma vida longa e nossos sonhos se materializem com a divulgação do nosso esporte, os novos amigos que faremos pelo caminho e com a possibilidade de nos divertirmos jogando rugby.
Sérgio Oliveira
Contato: sergioolo@hotmail.com
Fonte: Rugby Mania
Casa Amarela Rugby
Como tudo começou:
Um certo dia, fomos jogar futebol no Parque da Jaqueira, eu (Júlio César),o s irmãos Arthur e Higor e nosso amigo Túlio. Foi algo bem engraçado, pois os guardas estavam nos observando para ver se jogaríamos futebol mesmo. Lembrei-me de ter visto um esporte que lembrava o futebol americano e o futebol ao mesmo tempo, e inventamos algo parecido pra nós quatro jogarmos.
Meu primo Sidney e um amigo Francisco gostaram da idéia e vieram jogar comigo e meus outros amigos. Foi daí que comecei a assistir aos jogos, procurar informações na internet e ver vídeos. Em pouco tempo, estávamos começando a tentar jogar rugby.
No mês de janeiro, comecei a ter contato com alguns jogadores de rugby: Mário Igor (atualmente no Recife Rugby) e em seguida, Luciano e Pajé também do Recife Rugby. Luciano se dispôs a nos ajudar, como até hoje nos ajuda. Em nosso primeiro encontro com o time dos Wolves (C .A. R), ele nos apresentou o Pajé, e as coisas começaram cada vez mais a se tornar séria. Começamos a treinar e recebemos o convite para sermos treinados por Luciano, com o time de Paulista. Tanto o Recife como o Paulista nos ajudam muito, já tivermos dois treinos com eles na praia. Chelo, Caleb e alguns jogadores no inicio da pré temporada treinaram conosco também.
Só agora no final de janeiro decidimos dar o nome do nosso time Casa Amarela Rugby, pelo fato de todos os jogadores morarem no bairro de Casa Amarela e proximidades. Por já sermos conhecidos por Casa Amarela, foi algo que influenciou muito. Somos muito ligados uns aos outros, não só companheiros de equipe, mas amigos há anos. Desde o início, aprendemos a utilizar nosso ataque como defesa, assim como os lobos, que tem o espírito de equipe e tem o ataque como sua defesa. Somos nós.
Eu só tenho agradecer a todos aqueles que têm nos apoiado, ao pessoal do Recife Rugby, do Paulista Rugby e, em especial, a Luciano, Pajé e Renata.
Um abraço a todos!Júlio César S. de Lima
Capitão do C.A.R Wolfs
Enviado por Júlio César
31 de jan. de 2011
CRC juvenil conquista etapa de Floripa

Gustavo Zielonka V. Rodrigues – gustavo@pg1com.com – 41-9912-0049
Raquel Leite – raquel@pg1com.com
(55 41) 3018 3377
www.pg1com.com
28 de jan. de 2011
Verão Chesf 2011

O BEACH RUGBY VERÃO CHESF 2011, acontecerá na praia do Pina, entre os dias 05 e 06 de fevereiro, às 16h.
As equipes confirmadas são:
- Recife (PE);
- Bastardos (PE);
- Paulista (PE);
- IFPE (PE);
- Potiguares (RN);
- Cães de Areia (AL);
- Garous (PB);
- Goiamuns (PB).
Contato: everaldokiko@hotmail.com
20 de jan. de 2011
Parabéns Recife Rugby Club
12 de jan. de 2011
Entrevista com Chelo no Rugby Mania
Por Karlla Davis
O rugby feminino na região Nordeste completou recentemente cinco anos de vida. Ainda é um número pequeno mas que carrega consigo uma carga de trabalho e dedicação de muitas meninas e treinadores ao longo destes anos. Para falar um pouco sobre o esporte de um modo geral trazemos hoje o Educador IRB Marcelo Blanco, ou Chelo como é conhecido na comunidade rugbística, um dos responsáveis pelo Recife Rugby e grande colaborador pelo desenvolvimento do rugby na região.
Chelo: Não vou falar toda a história, não é que seja grande, mas para não aborrecer os leitores, porém acho importante sim falar do meu começo pois foi o que mudou minha vida.
Aos 8 anos Carlos Stefani, procurando recrutar meninos para o clube a que ele pertencia chamado de San Patricio (em Buenos Aires na Argentina), pede permissão a meu pai para levar meu irmão e eu para conhecermos o esporte. Foi uma boa decisão de meu pai aceitar. A partir de então joguei três anos nesse clube e depois passei para o Curupayti onde permaneci até vir para o Brasil.
Em San Patricio dei os primeiros passos para saber o que era o rugby, os amigos, a união entre nós e sempre sem esquecer que estávamos ali para nos divertir. No Curupayti comecei a ver e entender mais sobre rugby especificamente, sem deixar de lado o que já tinha aprendido. Minha sorte foi que nos dois clubes que joguei sempre tive grandes pessoas como treinadores que se dedicaram ao rugby com o coração sem medir esforços. No primeiro clube como exemplo foram os 3 anos com Julio Iúdice um advogado louco mas apaixonado pelo rugby, e no Curupayti tenho duas grandes pessoas também para destacar, Ronnie Walker e Gualberto Wheeler, que se encarregaram de nos aperfeiçoar até que chegamos ao plantel superior do clube, sonho de todo jogador de rugby argentino.
Rugby Mania - Como você conseguiu apoiar o rugby feminino no Nordeste mesmo sabendo que na Argentina não é um esporte comum entre meninas?
Chelo - Só por insistência das jogadoras. De outra forma não teria aceitado isso nunca.
RM - Como você vê o rugby hoje no Nordeste após ter realizado cursos de Coach, Educator e arbitro Nível II?
Chelo - Minha visão não vai depender dos cursos feitos, mas sim da realidade e estou vendo que o rugby nordestino está crescendo muito. Meu medo não é que ele cresça muito, mas sim que cresça demasiadamente rápido, não dando tempo principalmente aos jogadores de absorver a filosofia e os valores que fazem o rugby ser um esporte destacado.
RM - Quais são os fatos que mais marcaram sua vida dentro do rugby?
Chelo - O rugby para mim sempre esteve cheio de fatos que foram marcando minha vida, mas como devo responder a pergunta poderia mencionar injustamente só dois. O campeonato de M16 de Buenos Aires em 1989 onde ganhamos um título juvenil depois de 50 anos do último que tinha conseguido o clube. E o outro fato foi a gira que fizemos a Europa em 1992 onde depois de levar bastante surra dos times anfitriões de 6 cidades diferentes da Inglaterra, País de Gales, Escócia e França, conseguimos ganhar os 6 jogos. Até no jornal Clarín aparecemos!.
RM- Quais as diferenças marcantes que você vê no rugby praticado na Argentina para o rugby praticado no Brasil e no Nordeste?
Chelo - A meu modo de ver, e falando de desenvolvimento, a diferença marcante é a idade em que os jogadores começam a jogar e a regularidade com que eles praticam. Na Argentina se começa a jogar a partir dos 6 anos no melhor dos casos e nessa idade você pode transmitir muita coisa aos meninos e eles vão incorporando tudo, não só das coisas técnicas pois nessa idade nem é rugby que se joga, mas sim em questão comportamentos e de habilidades. Lá muita pouca gente começa jogar em idade adulta, enquanto aqui no Brasil e no Nordeste esse número é grande.
Acredito que tudo isso faz com que o rugby que se vê na Argentina seja mais rápido, mais dinâmico e que os jogadores joguem com veemência. Mas agente está trabalhando muito para chegar lá.
RM - O que é mais difícil, ser árbitro ou ser técnico?
Chelo - Ser árbitro.
RM - Como você se sente ao ver o rugby feminino no Nordeste prestes a completar 5 anos de existência?
Chelo - Entusiasmado.
RM - Qual recado deixaria para crianças, adolescentes, adultos e idosos para que se interessem pelo rugby?
Chelo - Para as crianças lhes diria que se querem brincar com algo bem divertido, uma bola engraçada onde poderão fazer muitos amigos, o rugby os espera.
Para os adolescentes e adultos diria que se animem a conhecer um esporte cheio de valores que os acolherá e se sentirá parte de uma família.
Aos idosos lês diria que ainda tem desafios pela frente e que o rugby pode ser um deles, e também que o neto lhe agradecerá eternamente por telo acompanhado aos treinos de rugby enquanto ele mesmo colabora com os educadores para o crescimento do esporte !
Fonte: Rugby Mania





